Bem Vindo à Casa Minas Editora Multimídia Ltda.

  Casa Minas
  Quem Somos
  Casas Exclusivas
  Revistas & Outros
  Contacte-nos
  Ajuda!
 
  Plantas por Metragem
  Plantas até 100,00m²     
  Plantas até 200,00m²     
  Plantas até 300,00m²      
  Plantas acima 300,00m² 
  Plantas Especiais               
 
  Plantas Nível Terreno
  Plantas Terreno Aclive    
  Plantas Terreno Declive  
  Plantas Terreno Plano     
 
  Plantas Especiais
  Plantas Casas Madeira  
  Plantas Madeira/Alvenaria   
  Plantas com Lareira       
  Plantas com Varanda    
  Plantas com Escritório
  Plantas com  Área de Lazer
 

 
  Plantas por Estilo

 

x
 

      

Tradição e Modernidade

Japão, um país com área de 377,000km², que abriga uma de aproximadamente 126,2 milhões de habitantes. Tóquio, capital e maior cidade do Japão, sofre com inúmeros problemas de habitação. A cidade, como muitas outras, não consegue suportar a numerosa população. Essa é a explicação para a arquitetura do Japão contar com vários arranha-céus, o que desvirtua a arquitetura tradicional.

               

A casa tradicional japonesa está em extinção, mas o país ainda conserva alguns monumentos antigos, como o Palácio Imperial, localizado no centro da cidade, além de várias residências, jardins, parques, castelos e templos. Mostra uma arquitetura delicada e espiritual.

A arquitetura tradicional japonesa depende do equilíbrio entre harmonia, economia e beleza. Nada está perdido e a beleza é relacionada à simplicidade.

         

 

Um fator econômico da arquitetura japonesa é a utilização de fatores naturais nas construções. Como o verão no Japão é mais longo, quente e úmido, as residências são projetadas e construídas de forma a refrescar a casa, contando com a cooperação da natureza para enfrentar o calor.

 

A arquitetura das casas japonesas é formada por estilos e formas variados, caracteriza-se por fundações especiais, cômodos arejados, telhados inclinados, contrastes entre curvas e retas. Faz-se uso de materiais típicos, como bambu, a madeira, o papel e a terra. A arquitetura japonesa respeita o ambiente e usa os materiais naturais com cuidado e restrição, geralmente, não se utiliza nenhum material sintético, plástico ou qualquer metal - esse enferruja facilmente devido ao clima úmido.

         

Outra característica tradicional japonesa é o uso da madeira, atualmente utilizada somente em elementos excepcionalmente importantes, devido sua escassez no país.
 

Pode-se encontrar inúmeros templos e santuários na arquitetura japonesa
À esquerda, o templo onde está guardada uma das maiores estátuas de Buda do Japão, e o monumento Budista considerado Patrimônio Mundial da Humanidade.

"Estruturas que tremem, mas não quebram."

Por conseqüência da Segunda Guerra Mundial, a capital do Japão foi reconstruída, desta vez mais moderna e com alta tecnologia. Essa "nova arquitetura" é considerada bastante ousada por seu design e resultados arrojados. A tecnologia da arquitetura japonesa é tão avançada que pode-se encontrar "estruturas que tremem, mas não quebram". São construções flexíveis capazes de tremem, para suportar às forças exteriores como vento ou terremotos, e não desmoronar.

A arquitetura japonesa é conhecida, também, pelos famosos jardins orientais. O típico se caracteriza pela distribuição harmoniosa de plantas tradicionais como o bonsai - arvores e plantas em miniaturas ( cultivadas em vasos rasos ), consideradas verdadeiras obras de arte - bambu, azaléas,  mandinas, musgos e pedriscos.
O jardim Zen ou Sekitel é composto por pedras e pedriscos, que representam o mar. Tais jardins não são freqüentados, pois impressionam pela perfeição do equilíbrio de seus elementos: rochas, plantas, areias, pedras e águas correntes.

A arquitetura japonesa sofreu influências diretas do clima, da geografia e dos costumes. De modo geral, a arquitetura japonesa tradicional caracteriza-se por fundações especiais, cômodos arejados, telhados inclinado e piso interno coberto por tatami. O material mais utilizado é a madeira, que antigamente era nas florestas densas que cobriam boa parte do arquipélago. A terra e o papel são outros dois elementos típicos da arquitetura japonesa.

Fatores como o verão longo, quente e úmido, características do verão japonês, influenciaram o estilo arquitetônico que procura utilizar-se da cooperação da natureza para enfrentar o calor. A construção das residências japonesas são projetadas de forma a refrescar os cômodos da casa.

A arquitetura japonesa tem traços claros que demonstram a influência de uma estética predominantemente chinesa, mas que já incorpora elementos japoneses. Um exemplo é a suave curta de um telhado ou contraste geral entre curvas e retas, encontrado em templos do século VII. Estima-se que o estilo mais antigo é o xintoísta, representado pelos seus templos. Geralmente construída num nível acima do solo, sustentada por pilares, a casa é feita de madeira aparente e telhados de sapê.

Posteriormente, a arquitetura japonesa sofreu influências do Ocidente, principalmente européias, a partir do século XVI, com o incremento do intercâmbio entre o Japão e os países europeus. Mais, recentemente, na metade do século XX ,a arquitetura norte-americana passou a ser a referência principal.



Atualmente, a arquitetura pós-moderna japonesa é considerada bastante ousada, tanto em design e resultados arrojados, como na interpretação das novas funções da arquitetura. A paisagem urbana das cidades japonesas conjuga estilos e formas variados, até mesmo contraditórios, preservando no entanto, uma grande força de dinamismo, reflexo da própria busca da cultura contemporânea japonesa de sua identidade, que interligue a cultura tradicional com as novas tendências mundiais.


Antes de entrar em uma casa japonesa, precisa-se conhecer alguns costumes dessa cultura.
Primeiramente, não se entra de sapatos dentro de casa. Eles ficam do lado de fora e lhe é oferecido pelo anfitrião um chinelo. Do mesmo modo, ao entrar em um quarto forrado por tatami (*1), os chinelos ficam do lado de fora e entra-se de meias ou descalço. Alem disso, chinelos especiais são usados no banheiro.
Considerando que o chão é usado para descansar, sentar, caminhar sem sapatos e até mesmo dormir, as proporções dos tapetes de tatami estão baseadas no tamanho de uma pessoa. Quando o desenhista de uma casa tradicional japonesa começa a fazer planos para construí-la, primeiro ele determina quantos tapetes de tatami serão necessários para cobrir o chão. A configuração final dos tapetes determinará a forma e o tamanho da casa. Deste modo, a arquitetura emprega uma unidade de medida que origina do tamanho de uma pessoa.
O futon é feito de algodão e representa a cama, o colchão e o acolchoado. Pode ser dobrado e guardado em armários, pois é muito leve, e durante o dia, o quarto se transforma em sala.

(*1) Tatami é um tipo de esteira grossa que e equivale ao carpete dos ocidentais. Internamente, é feito de palhas de arroz atadas e cobertas por uma fina esteira de junco. O chão do interior de uma casa tradicional japonesa parece flutuar sobre o solo quando coberto por tapetes de tatami.

Além do tatami, muitos outros elementos decorativos e funcionais típicos dessa arquitetura são encontrados, sendo que vários já foram transportados para o ocidente. Pode-se citar o biombo - de origem chinesa, que se transformou num elemento típico do Japão. É um anteparo móvel, formado por vários painéis unidos por dobradiças, sendo utilizado para dividir ambientes, ocultar móveis e portas. Já o shoji é um tipo de biombo feito de papel fino sobre armação de treliça que permite a passagem de luz, por ser feito de papel nos dias chuvosos e à noite. O fusuma é feito de papel decorado e grosso. O shoji e o fusuma são portas corrediças usadas para dividir os aposentos e economizar espaço interno da casa, pois podem ser facilmente removidos, ampliando o ambiente. A facilidade destas "paredes móveis" certamente não é dar apoio à casa, mas sim economizar espaços, tudo é projetado para ser removido facilmente, pois os espaços são usados de maneira diferente. Uma pessoa pode comer, dormir e receber convidados no mesmo espaço. A mobília é utilizada para suprir as necessidades do momento. Não há quarto, sala de jantar ou estar. Uma sala de dia se transforma em um quarto à noite.

Você já imaginou uma casa inteira só com uma mesa baixa, uma estante simples para armazenamento e nenhum sofá. Cadeira, cama, cômoda ou mesa? A casa japonesa é assim, não há necessidade desse tipo de mobília. O chão, coberto por tatami, é considerado uma grande mobília que convida a assentarmos.
O banho para os japoneses é muito importante ao término de um dia. É considerado relaxante e terapêutico. Tradicionalmente, usa-se o ofurô, que é uma banheira de imersão ( dizem que o banho de ôfuro tira o cansaço e traz uma sensação indescritível. Mesmo o banho de banheira dos japoneses é diferente. Dentro dela não se usa sabão ou qualquer outro produto, supõe-se que você tenha tomado uma ducha e, nela sim, utilizado sabão, para depois entrar na banheira e a mesma água deve ser compartilhada por toda a família.
Como se pode ver, na arquitetura japonesa, a prioridade nas construções é a economia, especialmente a de espaço. O Japão é um país em constante crescimento e este problema tende a aumentar.

 

 

 

 

 

  

     

 

xx
 

 

Compra de

Projetos

Arquitetônicos

  

Qual estilo de 

casa você prefere?

 

Casas Americanas
Casas de Campo
Chalés
Casas  Clássicas
Casas Coloniais
Contemporâneas
Casas Especiais
Casas Modernas
Casas de Praia
Casas Rústicas
Casas Tradicionais

Dê sugestões de enquetes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 :. Topo